Infográfico: o que é e como criar

Atualizada: 2022-11-18
Infográfico
Neste artigo vai saber tudo sobre infográficos: o porquê de terem as mais elevadas taxas de partilha nas redes sociais. Vai saber o motivo do sucesso dos infográficos, conhecer a sua história, vai conhecer 4 plataformas onde pode criar o seu próprio infográfico, e quais os 5 segredos de um bom infográfico.
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Os infográficos são uma das ferramentas mais bem sucedidas na Internet, com das mais elevadas taxas de partilha nas redes sociais. Neste artigo vai entender porque se usam tanto os infográficos, vai conhecer a sua história, vai conhecer quatro plataformas onde pode criar o seu próprio infográfico, e saber quais os cinco segredos de um bom infográfico. Para que possa utilizar você mesmo esta poderosa ferramenta.

O que é um infográfico e para que serve?

Um infográfico consiste numa relação entre dados e imagem em uma única apresentação, de forma relacional e proporcional. Um infográfico faz uso de variados tipos de conteúdo visual, como ilustrações, diagramas, ícones, dados estatísticos, mapas e texto.

É possível apresentar praticamente qualquer tipo de informação de forma concisa e simples, através de um infográfico.

Em rigor, o objectivo de um infográfico é transmitir um conjunto de dados de forma simples, sintética, e apelativa. Mas, na verdade, os infográficos são utilizados pelos criadores de conteúdo principalmente pelo impacto que eles têm nas pessoas.

Qual o segredo dos infográficos?

Os infográficos, talvez pelas suas características, ou quem sabe pelo seu apelo visual, são um dos elementos de conteúdo mais viralizados e que mais tráfego acrescenta aos websites. O que torna um infográfico viral? A resposta está no cérebro!

Está tudo no cérebro

Sabia que 90% da informação armazenada no nosso cérebro é visual? Por isso, ao navegarmos nas páginas web, temos mais tendência a fazer “scroll” e prestar atenção aos elementos gráficos do que a nos motivar a ler todo conteúdo.

Você conhece o adágio “uma imagem vale tanto como mil palavras”. Mas, por vezes para perceber a imagem precisamos de legendas, não é verdade? Um infográfico é uma combinação perfeita de imagens e palavras. O ser humano processa informação visual 60.000 vezes mais rápido do que processa informação escrita.

50% do nosso cérebro é dedicado ao processamento de ifnormação visual

 Engajamento é ouro

Uma pessoa comum demora entre 10 a 20 segundos a decidir se fica numa página ou se sai. Nesse intervalo de tempo, vai conseguir ler entre 50 ou 100 palavras, mas consegue processar entre 100 e 200 mensagens visuais. No cérebro, o visual ganha sempre.

Se quiser obter o máximo impacto no mais curto intervalo de tempo, a imagem é mais eficaz. Mas ainda assim, a uma página, para ser visitada e ser partilhada, é difícil na maioria dos casos tratar um qualquer assunto sem fazer uso de textos. Se assim fosse, a internet seria um gigantesco álbum de fotografias.

Como é natural, os textos são necessários para aprofundar os assuntos. Os infográficos são magistrais nesta capacidade de conciliar os dois elementos, a imagem e o texto.

O infográfico tem o condão de passar informação de forma rápida, quase sem dar por isso. Isto permite aumentar o engajamento com as páginas de forma inigualável. Isto traduz-se em mais tempo gasto por visitante na página, mais partilhas nas redes sociais e, por fim, como a cereja no topo do bolo, mais “backlinks”.

Quando surgem os infográficos ?

O temo infográfico surge na década de 1960, a partir das palavras informação e gráfico. A palavra acabou por se tornar um conceito “guarda-chuva”, que acaba por referenciar, em sentido lato, tudo o que é informação apresentada visualmente de forma esquematizada.

Assim, alguns defendem que os mapas são, por definição, infográficos e as pinturas rupestres, que mostram cenas do quotidiano das civilizações do Paleolítico, se podem considerar infográficos. No entanto não existe consenso sobre isso.

Apesar de se reconhecer que existe representação de informação desde a arte rupestre, só consideramos consideramos infográficos como sendo a relação entre dados e imagem em uma única apresentação, de forma relacional e proporcional.

A tabela periódica de Mendeleev: um dos primeiros infográficos

 O primeiro infográfico

O primeiro infográfico hoje considerado como tal, surge em 1626, na obra de Christoph Scheiner, “Rosa Ursina sive Sol”. Este livro revela uma pesquisa sobre a rotação do sol. Nesta obra, os infográficos aparecem na forma de ilustrações demonstrando os padrões de rotação do Sol.

Rosa Ursina sive Sol

 A era dourada da imprensa

No entanto, o infográfico, como hoje o conhecemos, ganha projecção com o advento das revistas, no Século XX, em títulos como a National Geographic dos Estados Unidos da América, ou a francesa L’Automobile. O êxito dos infográficos nestas publicações era muito grande.

Os mais novos talvez não saibam, mas a National Geographic trazia posters desdobráveis, em tamanho gigante, com infográficos que os leitores penduravam nas paredes. Outras pessoas comprvam a L’Automobile só para destacarem os seus diagramas detalhados de modelos de automóveis.

A chegada dos infográficos à Internet

Nos primeiros anos da Internet, esta era maioritariamente “nutrida” por amadores. Os grandes grupos de Media chegaram em força bastante depois.

Com a chegada destes grupos os sites passaram a contar então com outro tipo de profissionais, chegados do mundo editorial, especializados em criar conteúdos ricos, que exigem simultaneamente capacidade de análise, pesquisa e mestria de design gráfico.

E foi com eles que surgiram na Internet os infográficos, como símbolo derradeiro de que é possível apresentar online qualquer tipo de conteúdo, com qualidade idêntica à dos títulos impressos.

Agora você pode fazer parte desta história

Chegados aos nossos dias… uma nova revolução ocorreu: surgiram plataformas online que tornaram possível a qualquer pessoa criar conteúdos gráficos.

Muitas destas plataformas dão ao utilizador a possibilidade de experimentar gratuitamente os recursos disponíveis, para criar pequenos trabalhos e depois decidir se quer obter mais recursos mediante uma assinatura. A este modelo de negócio chama-se "freemium".

Estas plataformas tornaram possível a milhares de amadores a criação dos seus próprios infográficos. Isto ocasionou um verdadeiro boom de conteúdos deste tipo na net.

A boa notícia é que você também poderá criar este tipo de conteúdo. Basta para isso escolher a plataforma que considerar mais interessante.

Plataformas onde pode criar o seu próprio infográfico

Existem diversos websites na internet onde poderá criar o seu próprio infográfico, a partir de modelos, ou a partir do zero. Vou apresentar aqui quatro dos melhores.

Uma coisa todos têm em comum, e que é uma mais-valia? Permitem criar vários documentos, e não apenas infográficos. Se optar por contratar um plano mensal ou anual, pode criar várias peças de conteúdo que também serão úteis para outras necessidades gráficas mais comuns hoje em dia.

Outra característica que todas elas partilham é a existência de uma barra de ferramentas que permite inserir texto, gráficos, ícones ou imagens.

Aqui estão quatro plataformas de design 100% online que seleccionei para si, e que poderá utilizar, sem qualquer encargo, durante o tempo que quiser.

Infogram

Infogram templates

O Infogram.com permite criar diversas peças de conteúdo, como relatórios, posters, posts para facebook, mapas, apresentações, fundos virtuais, gráficos e claro, infográficos. Tem cinco opções de membro, do “Basic”, que é gratuito, ao “Enterprise”, passando pelo “Pro”, que tem um custo de 19$ por mês, ou “Business”; que já custa 67$ por mês.

A opção grátis permite utilizar apenas alguns dos recursos. Para tirar partido de todas as funcionalidades, será necessário o pagamento da mensalidade “Business”. Entre as suas características principais, destaco a possibilidade de criação de infográficos animados.

Infogram: vista da área de trabalho

Veredicto: muitos dos templates têm animações apelativas. É intuitivo de utilizar, tem muita ajuda disponível e a interface é das mais limpas e intuitivas. Para utilizar a maioria das funcionalidades, precisa contratar o plano “Pro”, que fica a 228$ no pagamento anual, ou 25$ no pagamento mensal.

Pontuação: 3,5

Piktochart

Piktochart: templates

O piktochart.com tem três opções de membro, que são a “Free”, que é grátis, como poderá imaginar, a “Pro”, que tem um valor de 14€ e a “Entreprise”, por orçamento. O Piktochart permite criar flyers, apresentações, gráficos, relatórios, vídeos, posters, propostas, artigos para redes sociais, currículos, e infográficos, claro.

O Piktochart é intuitivo e apresenta bastantes opções, mesmo na opção mais básica. Os modelos disponíveis, que podem ser editados e modificados de imediato sem dificuldades, são atraentes e profisisonais.

Piktochart: área de trabalho

Veredicto: o Piktochart foi a aplicação mais fácil de utilizar. Acredito que quem seja amador conseguirá com esta ferramenta produzir um infográfico em menos tempo que com as outras.

Além disso, é possível descarregar dois designs no plano free. Nenhuma das outras plataformas permite isso. Pelo lado negativo, não me parece que seja possível produzir infográficos animados e a sua caixa de ferramentas tem menos recursos.

Se procurar apenas produzir infográficos estáticos, é a melhor opção. O Piktochart é a mais acessível de todas as plataformas no plano pago, que fica disponível por 168$ no pagamento anual (fica a 14$ por mês), ou 29$ no pagamento mensal.

Pontuação: 4,5

Visme

Visme: templates

O Visme.co tem quatro opções de membro, que são o “Básico”, gratuito porém com funcionalidades mais reduzidas, o “Pessoal”, que fica por 12,25$ por mês, o “Negócios”, por 24,75$ e o “Visme para Equipes”, mediante orçamento.

Tal como as plataformas anteriores, também o Visme permite criar muito mais tipos de materiais, desde vídeos, apresentações, maquetes, tabelas e gráficos, documentos, gráficos para Social Media e por fim, infográficos.

O visme parece ser a plataforma que oferece mais recursos de entre todas as analisadas. Os seus modelos são bastante profissionais.

Visme: vista da área de trabalho

Veredicto: o Visme é avassalador, de tantos recursos que disponibiliza. É a plataforma que tem mais integrações possíveis: Youtube, Google Analytics, Vimeo, Google Drive, Hubspot, Mailchimp, entre outras.

Será provavelmente a melhor opção para quem queira um único local onde criar todas as suas produções gráficas, além dos infográficos.

Pelo lado negativo, destaco que é algo confuso, tornando a navegação e a procura de recursos uma tarefa frustrante. É dispendioso: para usar todas as funcionalidades terá de fazer pagamento anual 297$ (que fica a 24,75$ por mês), que é o preço do plano “negócios”, pois nem o plano “Pessoal” é livre de limitações. Se optar pelo pagamento mensal, fica a 59$ por mês.

Pontuação: 4

Venngage

Venngage: templates

O venngage.com é uma plataforma bastante completa, com muitos recursos, e que permite criar diversos tipos de documentos, como currículos, diagramas, mapas mentais, banners, ebooks, certificados, e flyers, relatórios, logotipos, além de infográficos.

Tem também modelos de infográficos criados por outros membros, prontos a usar. Os recursos são muitos e poderosos. Tem quatro opções de membro, do “Free”, que é gratuito mas é muito limitado, o “Premium”, que custa 16$ por mês, o “Business” e o “Enterprise”.

Venngage: área de trabalho

Veredicto: tem bastantes funcionalidades, permite criar gráficos interactivos e criar uma grande diversidade de produtos gráficos. Como pontos negativos, saliento que as opções “Free” e “Premium” estão limitadas.

Muitos dos templates e várias funcionalidades só ficam disponíveis para o plano “Business”, que requer o pagamento anual de 468$ (fica a 39$ por mês) ou 49$ pagando mensalmente. Se o pagamento mensal fica mais barato que o do Visme, em contrapartida o pagamento anual é bem mais caro. E entre os dois, o Visme parece claramente mais poderoso.

Pontuação: 3

Conclusão do comparativo

As várias opções apresentadas têm muito mais semelhanças do que diferenças. Se pretender fazer a melhor escolha para si, analise três aspectos:

  1. Que tipo de infográficos pretende produzir? Se pretende infográficos animados, o maior número de integrações e de funcionalidades, então a melhor opção é o Visme. Se pretende realizar infográficos de forma rápida, sem muitas distrações, então opte pelo Piktochart.
  2. Que tipo de suportes ou materiais pretende produzir, além dos infográficos? Aqui o melhor é observar quais as possibilidades de cada plataforma. Irá verificar que algumas permitem criar materiais diferentes. O Venngage, por exemplo, permite criar materiais para identidade corporativa e branding. O Visme e o Piktochart permitem criar vídeos.
  3. Quanto quer ou pode gastar? A solução mais económica no pagamento mensal é o Infogram. A mais económica no pagamento anual é o Piktochart.

Espero ter ajudado. Agora, é hora de criar o seu primeiro infográfico.

10 Estatísticas Sobre Infográficos, produzido no Piktochart

 Características principais de um infográfico eficaz

1 - O infográfico deve ser útil.

De nada servirá um infográfico se a informação que ele contém é irrelevante. Em contrapartida, se um infográfico tem bastante utilidade, por responder a uma necessidade real, então ele será bem sucedido.

Isto é verdade tanto para um infográfico que passe apenas uma ou duas ideias simples, como para um infográfico que resuma toda informação contida num livro inteiro. Exemplos de infográficos úteis: o mapa da rede de metro ou a tabela periódica de Mendeleev.

Diagrama da rede de Metro de Lisboa

 2 - O infográfico deve ser conciso.

É fundamental que o infográfico seja conciso, para poder transmitir a máxima e mais relevante informação, sem se tornar demasiado grande. Um infográfico grande é uma impossibilidade prática: um infográfico deixa de ser útil se for demasiado extenso. Aí passa a ser um manual, uma brochura, um relatório, etc. Será tudo menos aquilo que esperamos de um infográfico!

O primeiro passo para conseguir isto é esquematizar a informação, num papel ou no computador. Observe atentamente. Quase todas as frases podem ser escritas de uma forma mais concisa, mais clara, mais curta, sem perder o sentido do que pretende dizer.

É um exercício que pode requerer alguma prática. Porque nas escolas aprendemos a desenvolver mais do que a resumir, não é verdade? A habilidade de resumir e escrever de forma concisa treina-se.

Das primeiras vezes, peça ajuda a um/a amigo/a ou colega, para ajudar a fazer uma revisão ao que pretende transmitir. Se alguma frase não ficou clara, será melhor escrevê-la novamente, até chegar ao resultado pretendido, que é uma frase curta e objectiva.

3 - O infográfico deve ter um destinatário

A primeira e mais importante questão a saber responder, quando pretender criar uma peça de conteúdo, é a seguinte: a quem se destina este conteúdo? Qual o grupo-alvo, qual a minha “persona”, se preferir.

Dependendo do público, assim será a sua escolha dos elementos visuais, a sua escolha das cores, dos tipos de letra, até a quantidade de informação deverá ser adequada ao grupo-alvo.

Em seguida, deve então focar-se no assunto do material a tratar, em concordância com esse grupo-alvo.

Assim, um infográfico sobre plantas aromáticas, por exemplo, será necessariamente diferente se ele for feito para crianças do primeiro ciclo, se for feito para cozinheiros, para agricultores ou para alunos do curso superior de Biologia.

Uma grande vantagem em ter um público-alvo claramente definido facilitará o seu processo de criação. Poderá direccionar o seu impulso criativo com mais clareza numa direcção, poderá diminuir com isso o seu leque de escolhas, o que é favorável.

Assim, na dúvida, entre dois elementos gráficos, pode colocar-se a questão: para este público, o que resulta melhor?

4 - O infográfico deve ser simples

Já deve ter escutado a famosa frase: “keep it simple, stupid” que tem as iniciais KISS. Significa “mantém isso simples, estúpido". Foi Kelly Johnson, engenheiro na empresa Lockheed Skunk Works, que cunhou esta frase.

Manter as coisas simples só traz benefícios. Em todas as áreas. No caso de um infográfico, é desde logo imprescindível ter em mente que um infográfico deve apresentar a informação de forma clara e simples.

Como: usar uma paleta de cores reduzida. É bom observar as cores que combinam melhor, reduzir as cores a uma principal, uma secundária que seja contrastante de forma harmoniosa, uma cor de destaque que se diferencie bem das outras duas.

Depois, poderá eventualmente utilizar um, dois ou três tons acima ou abaixo da cor principal, nas ilustrações e da composição da página. Quando escolher entre várias opções visuais, escolha a mais simples.

5 - O infográfico deve ser visualmente apelativo

Parece um contrassenso, o número anterior em que falamos em simplicidade, e aqui falarmos em apelo visual. Na verdade, trata-se de duas coisas compatíveis. Aliás: na maioria das vezes, o belo é também simples.

Um gráfico cheio de sinais, de informação visual, com excesso de cor, excesso de formas, não é harmónico. Não quero com isto dizer que deve criar infográficos monocromáticos. Pelo contrário!

Nós somos atraídos pela cor, e estudos mostram que os elementos coloridos captam mais a atenção. Mas há sempre, como em tudo na vida, um meio termo.

A ausência de cor não capta a atenção e desmotiva. Já o excesso de cor e de motivos visuais confunde e dispersa. Em casos limite, excesso de apelo visual pode chegar e aumentar os níveis de stresse.

Uma boa forma de perceber se um gráfico, uma imagem ou todo um conjunto visual, é bonito e apelativo é respondendo à questão: é harmonioso? As formas “combinam”, digamos assim? Há uma harmonia de cor, de tom, de motivos visuais?

Um bom ponto de partida é usar os modelos existentes na plataformas onde for criar o infográfico. Todas as plataformas que apresentei anteriormente têm templates já criados, com paletas de cor harmoniosas, com contraste adequado entre fundos e texto, outros elementos já estão pré-inseridos, têm formatação de parágrafos e os espaçamentos são os adequados.

A terminar

Obrigado por ter concluído esta viagem pelo gratificante mundo dos infográficos! Espero que tenha sido proveitosa e tenha esclarecido as suas dúvidas.

Gostou? Então partilhe também este conteúdo com a sua rede de amigos. Por fim... que tal começar a criar o seu próprio infográfico?

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